Revista de Ensino de Geografia

ISSN: 2179-4510

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Volume 10, número 19, jul./dez. 2019.

CARTOGRAFIA ESCOLAR E GEOGRAFIA: UMA LINGUAGEM PARA COMPREENDER O ESPAÇO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Leandra de Lourdes Rezende Amaral
Miriellen Augusta da Assunção

RESUMO

Este artigo apresenta resultados obtidos na pesquisa de dissertação – “A formação do professor para os anos iniciais do ensino fundamental e a Geografia” 2018, com apoio da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) – e amplia os
debates acerca das atividades de cartografia escolar aplicada à disciplina Geografia nos anos iniciais do ensino fundamental em escola municipal de Uberlândia. A pesquisa dedicou-se em trabalhar com uma abordagem qualitativa e como método interpretativo pautou-se no Materialismo Histórico Dialético. Desse modo, o presente trabalho não tem o intuito de apresentar um passo a passo de como se trabalhar com a linguagem cartográfica, mas, objetiva ampliar os debates quanto à forma com que essa linguagem vem sendo trabalhada, em muitos momentos, de forma equivocada. Para tal, é necessário que reconheçamos a importância da Geografia desde os anos iniciais e avancemos na concepção que a linguagem escolar não é uma simplificação da linguagem científica e que devemos mediar a linguagem respeitando tempos e espaços, bem como as convenções cartográficas, quando trabalhamos com tal linguagem. Assim, linguagem gráfica e cartográfica, quando utilizada conscientemente respeitando suas condições, muito contribui para a espacialização do sujeito, bem como amplia sua criticidade e concepção de mundo.

Palavras-chave: Linguagem Cartográfica. Espacialização do Sujeito. Criticidade.

 

SCHOOL CARTOGRAPHY AND GEOGRAPHY: A LANGUAGE TO UNDERSTAND SPACE IN THE INITIAL YEARS OF FUNDAMENTAL EDUCATION

ABSTRACT

This article presents results obtained in the dissertation research – “The teacher training for the initial years of elementary education and Geography” 2018, with the support of CAPES (Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel) – and broadens the debates about the activities of school cartography applied to the subject of Geography in the initial years of elementary school in a municipal school of Uberlândia. The research was dedicated to working with a qualitative approach and wirth an interpretative method based on the Historical Materialism Dialectic. Thus, the present work does not intend to present a step by step of how to work with the cartography language, but, it aims to broaden the debates about the way in which this language has been worked, many times, in a way mistaken. For this, it is necessary that we recognize the importance of Geography from the early years and advance in the conception that the school language is not a simplification of the scientific language, we must mediate the language respecting times and sapaces, as well as we must respect the cartographic conventions, when we work with such language. Therefore, graphical and cartographic language, when used consciously respecting its condtions, greatly contributes to the spatialization of the subject, as well as amplifies its criticality and conception of the world.

Keywords: Cartographic Language. Spatioalization of the Subject. Criticity.

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