Revista de Ensino de Geografia

ISSN: 2179-4510

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Compromisso dos autores na submissão
Ao enviar um trabalho para a Revista de Ensino de Geografia para avaliação e possível publicação  seus autores estão assumindo que têm pleno conhecimento de todas as condições e normas da Revista aqui expressas e que as aceitam. A submissão de textos significa que seus autores asseguram que não os submeteram para outras periódicos e nem o farão enquanto estiverem sob análise pela Revista de Ensino de Geografia e, caso aceitos, sejam publicados. Esse compromisso dos autores só cessa quando o texto submetido for publicado pela Revista ou com o recebimento de parecer final encaminhado pela Editoria recusando o texto para publicação.
Os textos submetidos para avaliação e publicação não poderão ser retirados por seus autores sem a concordância da Editoria da Revista de Ensino de Geografia.

Submissão
Os trabalhos para avaliação e possível publicação devem ser enviados unicamente por correio eletrônico  para o endereço da Revista: revistaensinogeografia@ig.ufu.br
A Revista de Ensino de Geografia aceita textos que ainda não foram publicados em outros periódicos. Em caso de textos tratando de trabalhos apresentados em eventos e ou já publicados em anais, essa informação deve constar nos mesmos, bem como se foi modificado ou adaptado e a identificação do evento em que foi apresentado originalmente.

Idiomas
Os textos devem ser redigidos em português, trazendo também título, resumo e palavras-chave em espanhol ou inglês. Autores estrangeiros podem submeter textos em espanhol, trazendo, nesses casos, título, resumo e palavras-chave também em português.

Responsabilidade legal pelo conteúdo
Todo o conteúdo dos textos submetidos e publicados é de inteira responsabilidade de seus autores, não cabendo à Revista responder por qualquer implicação legal.

Número e frequência de autores
São aceitos para publicação trabalhos com no máximo três autores (um autor principal e dois coautores). A Revista não publica em um mesmo número mais de um trabalho de um mesmo autor, seja na condição de autor principal ou coautor. Os autores que tiverem trabalho publicado em um número poderão submeter outro para a próxima publicação, mas a Revista se reserva ao direito de não publicar textos de um mesmo autor ou coautor e em uma mesma seção nos próximos dois números seguintes havendo trabalhos submetidos por outros autores e aprovados para publicação pela Revista.

Direitos autorais e incentivo à reprodução
Os direitos autorais dos textos são de propriedade de seus autores, que os cedem à Revista de Ensino de Geografia para primeira publicação e poderão depois cedê-los a outros para publicação posterior, assegurando que conste na mesma a primeira publicação na Revista de Ensino de Geografia.
Como todo o conteúdo publicado pela Revista é de acesso público e gratuito, tendo como finalidades o debate e a divulgação ampla do conhecimento, é permitida e incentivada sua reprodução com fins  exclusivamente educacionais, culturais, científicos e não-comerciais, desde que citados seus autores  com a  referência bibliográfica completa da publicação na Revista de Ensino de Geografia.

Política de privacidade
A Revista de Ensino de Geografia só divulga em suas páginas as informações pessoais fornecidas pelos próprios autores na submissão de seus textos unicamente com a finalidade de identificação autoral na publicação, como nome completo, vínculo institucional e endereço postal (não residencial) e ou endereço eletrônico para correspondência.

Foco e público-alvo
Os temas de interesse para publicação na Revista de Ensino de Geografia situam-se na interface entre Educação e Geografia, tendo como foco principal o ensino e a aprendizagem de geografia nos mais diferentes contextos educativos formais e não formais. Assim, a Revista aceita para publicação trabalhos relacionados a quaisquer estudos, projetos,  experiências e práticas educativas envolvendo o aprendizado da Geografia e que possa interessar ao seu público-alvo, constituído principalmente por professores, estudantes, pesquisadores, estudiosos e educadores em geral interessados em questões e temas relacionados com a educação geográfica.

Avaliação por pares
O artigos recebidos são avaliados pelos editores quanto à adequação da forma de apresentação. Se necessário, são devolvidos aos autores com propostas de adequações para reenvio. Se aprovados nessa fase, são encaminhados a dois avaliadores do Conselho Editorial da Revista para análise quanto ao mérito e emissão de parecer sobre a publicação, que pode ser: recomendada sem restrição; recomendada com revisões e sem necessidade de novo parecer; recomendada com revisões e novo parecer; não recomendada; reconhecendo o mérito do trabalho, mas considerando-o fora do escopo da Revista. Quando os pareceres dos dois avaliadores forem discordantes em relação à aprovação do artigo, é solicitada a avaliação por um terceiro avaliador. Os avaliadores podem fazer apontamentos e destaques nos textos para encaminhamento aos autores. São aceitos para publicação os artigos que, ao final do processo de avaliação, foram aprovados por pelo menos dois avaliadores. Os textos são enviados aos avaliadores sem identificação dos seus autores, bem como são omitidos para os autores os nomes dos avaliadores em toda comunicação pela Revista.
Os demais tipos de textos (Relatos, Resenhas, Resumos, Notas, Entrevistas e Traduções) são avaliados pelos editores, que poderão solicitar revisão e propor adequações aos autores para publicação. Nesses casos, quando houver dúvida ou discordância entre os editores, será solicitada a avaliação por um membro do Conselho Editorial da Revista.
Em todos os casos, após o processo de avaliação, cabe à Editoria da Revista a decisão final quanto à publicação ou não de um texto, considerando os pareceres emitidos e a revisão feita pelos autores quando solicitada.
Aos editores é reservado o direito de fazerem os ajustes necessários na formatação do trabalho para publicação.

Seções, elementos essenciais e extensão dos textos
Os textos enviados devem ser no formato adequado para publicação em uma das seções da Revista, contendo os elementos fundamentais e com a extensão mínima e máxima para cada seção específica. Todos os textos devem trazer, abaixo do título, nome completo do autor com nota no rodapé da página com suas formação, titulação, atuação profissional, vínculo institucional e endereço eletrônico (e-mail) para contato. As especificações  das  normas técnicas para elaboração dos textos e sua formatação são detalhadas mais abaixo.  As seções da Revista e as características essenciais dos textos para cada uma são as seguintes:

Artigos científicos:
Trabalhos que devem tratar de pesquisa ou estudo realizados, de natureza teórica, empírica ou bibliográfica,  com exposição estruturada e ordenada, argumentação lógica, fundamentação e rigor conceitual, delimitando o assunto e o problema central do estudo, apresentando seus objetivos, a metodologia empregada, a discussão das principais ideias e os resultados. O formato de apresentação é mais complexo e rigoroso, sendo detalhado abaixo no tópico “Formatação e normas técnicas para os textos”.
O artigo completo deve ter extensão mínima de oito e máxima de trinta páginas.

Relatos de experiências e práticas:
Textos descritivos, narrativos ou reflexivos sobre experiências e práticas educacionais vivenciadas, podendo trazer apontamentos e impressões pessoais, com redação livre a critério do gosto, preferência, criatividade ou estilo do autor, respeitando as normas da língua escrita e com clareza de ideias. O autor deve apresentar o contexto da experiência ou prática relatada. O texto deve ter extensão entre três e dez páginas, podendo incluir figuras e, obrigatoriamente, as referências se forem feitas citações.

Resenhas bibliográficas:
Texto com análise informativa ou crítica sobre um livro, apresentando uma síntese do conteúdo da obra analisada, por capítulos ou partes, destacando as principais ideias do autor do livro, sobre as quais o resenhista pode acrescentar seus comentários críticos e sua apreciação sobre a obra analisada. A resenha deve ter extensão entre três e dez páginas. Serão aceitas resenhas de obras publicadas há no máximo cinco anos.

Resumos:
Apresentação resumida de monografia (ou trabalho de conclusão de curso), dissertação de mestrado ou tese de doutorado defendidas e aprovadas há no máximo três anos, devendo constar: título, instituição e data em que foi apresentada, local ou endereço eletrônico em que se encontra disponível para consulta, delimitação do tema, objetivos, metodologia e resultados. Deve ter extensão entre uma e três páginas.

Notas e comunicações:
Informes relacionados com o foco temático da Revista e de interesse para o seu público-alvo, como eventos científicos realizados ou agendados, cursos, projetos de ensino, pesquisa e extensão em andamento, lançamentos de livros, filmes ou outros. Deve ter extensão entre uma e cinco páginas.

Tradução:
Tradução devidamente autorizada de textos, preferencialmente artigos, publicados originalmente em língua estrangeira e ainda não disponíveis em português, com extensão máxima de quarenta páginas em duas colunas, sendo na primeira a tradução e na segunda os mesmos trechos no idioma original. Para assegurar controle sobre os aspectos éticos e legais, são publicadas apenas traduções feitas exclusivamente ou em coautoria por membros do Conselho Editorial da Revista.

Entrevista:
Entrevista solicitada e realizada pela Revista com um ou mais sujeitos tratando de experiência pessoal relevante na área de ensino de Geografia ou de assuntos de interesse nessa área sobre os quais os entrevistados têm contribuições importantes. Para assegurar controle sobre os aspectos éticos e legais, são publicadas apenas entrevistas feitas exclusivamente ou com a participação de membros do Conselho Editorial da Revista.

Dossiê:
Coletânea de textos de diferentes autores abordando uma mesma questão ou temática específicas. O dossiê deve ser proposto, apresentado e organizado por um ou dois autores do grupo com estudos realizados sobre o tema. Os textos devem ser redigidos na forma de artigo científico e o dossiê deve reunir entre quatro e oito textos de autores diferentes.

Formatação e normas técnicas para os textos
A Editoria da Revista de Ensino de Geografia poderá fazer ajustes nos textos para publicação quando necessários para adequação à formatação, às normas técnicas, ortográficas e gramaticais, sem qualquer alteração de sentido ou significado do conteúdo ou de estilo dos autores. Apresentamos abaixo as principais especificações, com exemplos, para apresentação dos textos, definidas segundo o uso mais comum nos principais periódicos científicos do país e as normas técnicas da ABNT, especificamente as Normas Brasileiras (NBR) 5892, 6021, 6022, 6023, 6024, 6028 e 10520.


Os textos devem ser digitados e salvos em arquivos no formato Microsoft Word (2003 ou 2007), com tamanho máximo de 3MB, em página de tamanho A4, com margens superior e direita de 2cm e inferior e esquerda de 3cm. Todo o texto deve ser composto com o tipo de fonte Times New Roman, tamanho 12 e, exceto em partes especiais indicadas mais abaixo, com recuo de 1,25cm na primeira linha de parágrafo, alinhamento justificado e espaçamento entrelinhas de 1,5.
O título deve ser centralizado, em tamanho 14, todas as letras maiúsculas, bem como, se houver, o subtítulo, separado do título por dois pontos, com espaçamento simples (1) entrelinhas se tiver mais de uma linha. Deve ser conciso e claro. Abaixo do título, um espaço em branco e em seguida os nomes completos do autores (máximo de três),  em linhas separadas, espaçamento simples, tamanho 12, alinhamento à direita, com chamada para nota no rodapé da página com as informações essenciais sobre os mesmos (maior titulação e área, vínculo institucional atual, endereço de correio eletrônico).


Resumo e palavras-chave são exigidos apenas para os artigos científicos. O artigo deve ser estruturado conforme a NBR 6022 da ABNT, com os elementos na seguinte ordem: título; autor; resumo e palavras-chave no idioma do texto; introdução; desenvolvimento; conclusão ou considerações finais; título seguido do resumo e das palavras-chave em idioma diferente ao do texto (espanhol ou inglês para texto em português e obrigatoriamente em português para texto em espanhol, nos casos de autores estrangeiros); notas; referências; e, por fim e quando for o caso, glossário, apêndice(s) e anexo(s), esses empregados apenas se houver listagens, estatísticas ou outros elementos de suporte muito extensos.


Após dois espaços simples depois dos autores, deve vir o termo RESUMO (maiúsculas, 12, à esquerda), mais um espaço simples e o conteúdo do resumo, com extensão entre 100 e 250 palavras, espaçamento simples, justificado, com indicação do assunto do trabalho, seus objetivos, a metodologia e conclusões. Depois de dois espaços simples, inserir Palavras-chave (negrito), dois pontos e de três a cinco termos, iniciados por letra maiúscula, separados por um ponto, sem repetir palavras do título.


A introdução do trabalho deve começar no quinto espaço simples abaixo das palavras-chave, apresentando a delimitação do tema, objetivos, contexto e outras informações necessárias para situar o trabalho. As seções ou divisões do texto devem seguir numeração progressiva, conforme NBR 6024  da ABNT (2003), com títulos separados do texto por 1,5 de espaço antes e depois e diferenciados por letras maiúsculas (seção primária), negrito (seção secundária), sublinhado (seção terciária) e itálico (seção quaternária), todos com a mesma fonte Times New Roman tamanho 12. Exemplos:


2 TÍTULO DA SEGUNDA SEÇÃO PRIMÁRIA
2.1 Título de seção secundária
2.1.1 Título de seção terciária
2.1.1.1 Título de seção quaternária

As notas de rodapé devem ser usadas apenas na primeira página para as informações  sobre os autores. As notas explicativas devem ser evitadas e apenas aquelas que forem absolutamente necessárias para explicações, comentários e informações que não puderem ser feitos adequadamente no próprio texto, devem ser inseridas, com os respectivos números de ordem em algarismos arábicos, antes das Referências e depois dos Título, Resumo e Palavras-chave em língua estrangeira.
Qualquer tipo de ilustração (gráfico, fluxograma, organograma, desenho, mapa, planta, fotografia, charge, reprodução de pintura ou gravura, imagem de satélite) deve ser referida como Figura e inserida centralizada e o mais próximo possível do ponto em que for mencionada no texto. Abaixo da mesma, identifica-se a Figura com o respectivo número de ordem de ocorrência no texto em algarismo arábico, seguido de título ou legenda explicativa e dados da autoria e ou da fonte, quando for o caso, também centralizado. Exemplos:


Figura 1: “Jyraia”. Desenho do aluno Guilherme. Fonte: Silva (2002, p. 117).
Figura 2: Mapa de distribuição das pessoas alfabetizadas no Brasil em 2000. Fonte: IBGE (2002, p. 126).
Figura 3: Professoras no treinamento para uso do atlas escolar. Foto de Míriam A. B. da Silva. Fonte: Silva (1998, p. 124).

As tabelas devem trazer dados com tratamento estatístico, número de ordem em algarismo arábico e título na parte superior e abaixo da mesma, as fontes utilizadas.

Para citações, deve-se seguir a NBR 10520 da ABNT, utilizando para chamada o sistema autor-data no texto e não em nota de rodapé. A chamada pelo sobrenome do autor na sentença deve ser apenas com a letra inicial maiúscula, com ano e número da página entre parênteses separados por vírgula. Quando o sobrenome for colocado entre parênteses, deve ser com todas a letras maiúsculas, seguido do ano e número da página. As citações diretas (transcrição textual de parte da obra do autor consultado) com até três linhas devem ser colocadas entre aspas duplas na própria sentença. No trecho entre aspas duplas, se houver uso de aspas emprega-se aspas simples. Citações diretas com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda, com fonte menor, espaçamento simples e sem aspas. Supressões devem ser indicadas por […], interpolações, acréscimos ou comentários [entre colchetes], ênfase ou destaque com sublinhado, negrito ou itálico. A ênfase ou destaque de um trecho da citação deve ser indicada entre parênteses, após a chamada da citação, pela expressão grifo nosso ou grifo do autor, neste caso se já constar na obra consultada. Na citações indiretas (texto baseado na obra do autor consultado), a indicação do número da página é opcional. Exemplos:


Martins (2007) demonstrou como os estudos de autores estrangeiros sobre trabalho e formação docentes mais difundidos no Brasil se caracterizam por concepções subjetivistas e idealistas sobre a personalidade ou subjetividade do professor e pela ausência se uma compreensão sólida sobre a mesma.
Discutindo a questão do livro didático no ensino de Geografia hoje,  a autora afirma: “Fato é que, obras desse tipo, […], dispensam o professor de construir seu fazer-pensar pedagógico [constitutivo do ser docente], pois este vem pronto” (KIMURA, 2008, p. 25, grifo da autora).
Nessa discussão, Cavalcanti apresenta a seguinte perspectiva sobre o ensino de Geografia:


No entendimento que compartilho, na linha de uma Didática Crítico-Social, o ensino é um processo de conhecimento pelo aluno, mediado pelo professor e pela matéria de ensino, no qual devem estar articulados seus componentes fundamentais: objetivos, conteúdos e métodos de ensino. Nesse sentido, os objetivos sociopolíticos e pedagógicos gerais do ensino e os objetivos específicos da Geografia escolar é que orientam a seleção e organização de conteúdos para uma situação de ensino. (CAVALCANTI, 2003, p. 25).

Nas referências devem constar todas e apenas as obras citadas no texto e conforme a NBR 6023 da ABNT. O alinhamento deve ser à margem esquerda, com espaçamento simples entrelinhas e um espaço entre uma referência e outra. Os elementos das referências devem ser apresentados em sequência padronizada e o elemento título destacado em negrito. Na maioria dos casos os elementos essenciais e a pontuação de uma referência são: SOBRENOME, Primeiro Autor; SOBRENOME, Segundo Autor (se for o caso). Título: subtítulo (quando há). edição (indicando quando for revisada e ou ampliada). Local: Editora, data da publicação. Alguns elementos complementares são: indicação de outras responsabilidades (tradutor, ilustrador,  adaptador, etc.); características físicas do suporte material (CD-ROM,  DVD, etc.), páginas e/ou volumes, ilustração; dimensões, série editorial ou coleção, ISBN, título no idioma original e/ou no utilizado na tradução, quando for o caso.

Seguem alguns modelos de referências mais frequentes, com os elementos essenciais e alguns complementares:

a) Livro, individual ou coletânea, no todo:

FACCI, Marilda G. Dias. Valorização ou esvaziamento do trabalho do professor?: um estudo crítico-comparativo da teoria do professor-reflexivo, do construtivismo e da psicologia vigotskiana. Campinas: Autores Associados, 2004. (Coleção formação de professores).

VARANI, Adriana; FERREIRA, Cláudia Roberta; PRADO, Guilherme do Val Toledo (orgs.). Narrativas docentes: trajetórias de trabalhos pedagógicos. Campinas: Mercado de Letras, 2007, 352 p.

VIGOTSKI, Lev Senemovich. A construção do pensamento e da linguagem. Trad. de Paulo Bezerra. 1.a ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000, 496 p. (Texto integral traduzido do título original em russo: Michliênie i rietch)

b) Parte ou capítulo de livro de um autor:

SAVIANI, Dermeval. Sobre a natureza e especificidade da educação. In: ______. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 10.a ed. rev. Campinas: Autores Associados, 2008, cap. 1, p. 11-22. (Coleção educação contemporânea)

c) Parte ou capítulo de uma coletânea:

OLIVA, Jaime Tadeu. Ensino de Geografia: um retardo desnecessário. In: CARLOS, Ana Fani A. (org.). A geografia em sala de aula. São Paulo: Contexto, 1999, p. 34-49. (Coleção repensando o ensino)

d) Artigo em periódico:

MOURA, Manuel Oriosvaldo de. A atividade de ensino como unidade formadora. Bolema, Rio Claro, ano 11, n. 12, p. 29-43, 1996.

e) Número temático ou especial, no todo, de um periódico:

TERRA LIVRE. Reflexões geográficas: territórios alternativos e esferas de possibilidades. São Paulo: AGB, ano 25, v. 2, n. 33, jul./dez. 2009.

f) Artigo em número temático de um periódico:

DUARTE, Newton. A anatomia do homem é a chave da anatomia do macaco: a dialética em Vigotski e em Marx e a questão do saber objetivo na educação escolar. Educação & Sociedade, Vigotski – o manuscrito de 1929: temas sobre a constituição cultural do homem, Campinas, ano XXI, n. 71, p. 79-115, jul. 2000.

g) Matéria ou artigo assinado em jornal diário:

SÁ, Nelson. Educação básica atrai grupos de mídia, Folha de São Paulo, São Paulo, 03 set. 2011. Mercado, Caderno B, p. B9.

h) Matéria ou artigo não assinado em jornal diário:

PREÇO do ônibus já é desafio para alunos. Folha de São Paulo, 26 set. 2011. Cotidiano, Caderno C, p. C3.

i) Artigo, matéria, reportagem ou outro em meio eletrônico:

BERTOLINI, W. Z.; CARVALHO, V. L. M.. Abordagem da escala espacial no ensino-aprendizagem do relevo. Terræ Didatica, Campinas, v. 6, n. 2, p. 58-66, 2010. Disponível em:<http://www.ige.unicamp.br/terraedidatica/>. Acesso em: 13 mar. 2011.

j) Documento de evento como um todo:

ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO DE GEOGRAFIA: fala professor, 6., 2007, Uberlândia. Concepções e fazeres da Geografia na Educação: diversidade em perspectivas. Anais... Uberlândia: AGB, 2007. (CD-ROM)

k) Trabalho apresentado em evento:

COSTA, Hugo H. Camilo. Políticas de currículo para o nível médio: uma análise comparativa do currículo por competências em geografia nos PCNEM e nas OCNEM. In: ENCONTRO NACIONAL DE PRÁTICA DE ENSINO EM GEOGRAFIA, 10, 2009, Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O ensino de geografia e suas composições curriculares. Anais... Porto Alegre: UFRGS, 2009, p. 1-20. (CD-ROM)

l) Trabalho em anais eletrônicos de evento:

CALLAI, Helena Copetti. A geografia no início da escolaridade. In: ENCONTRO DE GEÓGRAFOS DA AMÉRICA LATINA, 12, 2009, Montevidéu. Caminando en una América Latina en transformación. Anais eletrônicos... Montevidéu: Easy Plammers, 2009. Disponível em: <http://www.egal2009.com/>. Acesso em: 12 dez. 2010.

m) Documento de autor entidade:

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: geografia (5.a a 8.a séries). Brasília, DF, 1998.

SÃO PAULO, (Estado). Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Fundamentos para o ensino de geografia: seleção de textos. São Paulo, 1988.

n) Trabalhos acadêmicos (tese, dissertação, monografia de conclusão de curso):

ALMEIDA, Rosângela Doin. Uma proposta metodológica para a compreensão de mapas geográficos. 1994. 289 p. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo.

SANTOS, Giovana Aparecida dos. Desafios do processo ensino-aprendizagem do lugar nas séries iniciais do ensino fundamental: possibilidades para a formação da cidadania. 2006. 95 p. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro.